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Família Acolhedora qualifica política de proteção à infância PDF Imprimir E-mail

Assistência Social

Crianças e adolescentes vítimas de maus tratos, abusos e exploração ganham uma alternativa à abrigagem e inclusão social na Capital. Hoje, às 14h30, o prefeito José Fogaça assina convênio com o Instituto Amigos de Lucas para a execução do Programa Família Acolhedora, que consiste na promoção da reinserção de crianças e adolescentes em um ambiente familiar. Com a medida, a atual administração dá um passo decisivo na política de proteção à infância.

O funcionamento do programa se dará por meio da acolhida provisória de uma criança ou adolescente, até o seu retorno à família de origem ou uma família substituta. Segundo a coordenadora de Programas e Projetos do Instituto Amigos de Lucas, Alice Duarte de Bittencourt, essa família continua com sua vida cotidiana e com as relações habituais no lar. “A família mantém sua organização e espaço original e apenas acolhe um ou mais filhos por um tempo limitado, até a criança ter garantido o seu direito de viver numa família definitiva”, salientou.

Para participar o responsável pela família precisa ser maior de 18 anos, ter disponibilidade para receber uma criança ou adolescente em casa, além de vários documentos, como certidão negativa criminal, atestado de boa saúde física e mental, comprovante de residência e CPF, entre outros. O candidato deve fazer cadastro, participar de entrevista e freqüentar curso de capacitação. A concessão da guarda provisória é de responsabilidade da 2ª Vara da Infância e Juventude.

A família acolhedora será selecionada, capacitada e acompanhada por profissionais experientes e reconhecidos na área. Será concedido auxílio material (alimentos, roupas medicação) e técnico (psicológico e assistentes sociais) durante o período em que estiver com a guarda da criança. Por meio do Fundo Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes, será repassado uma bolsa no valor de R$ 300 por criança. O Instituto executa o projeto há dois anos e totaliza neste período 29 famílias cadastradas. Entre crianças e adolescentes na faixa dos três aos 16 anos foram 16 acolhimentos.

Entenda o Programa

O programa propicia às crianças vítimas de abuso, maus-tratos e exploração um ambiente favorável ao seu desenvolvimento físico e psíquico, enquanto a família de origem estiver impossibilitada.

Como participar

A família pode se cadastrar ou obter mais infromações no telefone (51) 3332-0421, entre 9h e 12h, e das 13h30 às 18h.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre - 20/12/2006